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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Associação de Pais e Encarregados de Educação reage à não aprovação de turmas por parte da DREC


Em carta enviada ao Ministro da Educação, aos Presidentes dos Grupos Parlamentares com assento na Assembleia da República, à Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Penacova e à Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, os pais e encarregados de educação do Agrupamento de Escolas de Penacova, reagem nos seguintes termos:
Nós, os Pais e Encarregados de Educação dos alunos que frequentaram a turma do 5º Ano PCA do Agrupamento de Escolas de Penacova, no ano lectivo 2010/11 e que agora estavam propostos para frequentar o 6º Ano PCA na mesma escola, vêm junto de V. Exas. expor as suas preocupações e requerer a atenção e intervenção, pelos factos que se expõem:
Os nossos filhos, cidadãos de plenos direitos deste país, são crianças que pelas suas condições cognitivas, têm ritmos de aprendizagem diferente da maioria das restantes crianças, sofrendo na sua alma todas as consequências dessa diferença, sofrimento esse que se alarga a nós Pais e Encarregados de Educação, com toda a consciência que temos dessa diferença e do amor que lhes sentimos.
A Escola que os tem acolhido no seu percurso escolar, dado o profissionalismo de todos os seus membros – Professores, Técnicos de Psicologia e Orientação, Auxiliares de Acção Educativa e toda a equipa que os coordena – sempre os apoiou nas suas necessidades de integração e aprendizagem, colocando-os em turmas adequadas às suas necessidades e dando-lhes o apoio suplementar de que careciam.
Nesse percurso, tiveram programas adaptados, materiais adaptados, atenção adequada para a sua condição, turma adequada no 5º Ano, professores adequados às suas dificuldades, transitando todos para o 6º Ano, na perspectiva de assim continuarem, tendo sido integrados na turma do 6º PCA para continuarem a ter o mesmo acompanhamento.
Entretanto, a DREC decidiu não autorizar essa turma, empurrando os nossos filhos para as turmas regulares, com vinte e tantos alunos, sem possibilidade de terem o apoio que tinham e necessitam e que, não tendo dado os programas do 5º Ano como os colegas, não têm qualquer hipótese de os acompanhar no 6º Ano, muito menos de recuperar o programa normal do 5º.
Nesta perspectiva, o que se pode esperar para os nossos filhos, é a sua marginalização perante a Turma, a estagnação escolar, a interrupção da sua aprendizagem e inevitavelmente o abandono escolar, a curto ou médio prazo.
Consideramos assim que estão a ser violados as legítimas expectativas dos nossos filhos e os direitos fundamentais das nossas crianças, nomeadamente o direito de protecção contra todas as formas de abandono, o direito à educação, ao desenvolvimento intelectual, moral e social requeridos pela sua particular condição e que lhes permita, em condições de igualdade de oportunidades, desenvolver as suas aptidões mentais, o seu sentido de responsabilidade e tornarem-se membros activos e úteis à sociedade.
Razões que nos levam a exigir às entidades competentes o rigoroso cumprimento dos direitos dos nossos filhos e a adequação dos programas e ritmos de aprendizagem às suas necessidades e a apelar todos os responsáveis todo o empenho para que tais direitos sejam observados por quem tem que o fazer, com a intervenção junto da tutela, para que seja aprovada a turma dos nossos filhos e lhes sejam ministrados os programas que, em cumprimento desses objectivos, se achem mais adequados.
Os Pais e Encarregados de Educação

sexta-feira, 25 de março de 2011

FENPROF afirma que mega-agrupamentos provocaram desumanização e deterioração do ensino



"Foi uma reestruturação feita com critérios meramente administrativos", afirmou ontem a coordenadora do Sindicato dos Professores do Norte, afeto à FENPROF, Manuela Mendonça, numa conferência de imprensa em Lisboa.
De acordo com o estudo da FENPROF, que espelha a realidade "pelos olhos de quem está no terreno", há mega-agrupamentos, dos 83 constituídos, com mais de 2500 alunos, sendo que um deles, Damião de Góis, da Direção Regional de Educação (DRE) de Lisboa, tem 2947 alunos.

"É impossível a escola ser um espaço humanizado quando existem milhares de alunos", sublinhou Manuela Mendonça.
Além da "desumanização" no ensino, a sindicalista referiu ainda a "descoordenação", provocada pela dimensão excessiva dos agrupamentos curriculares.
"Há escolas em que os departamentos têm dimensões muito grandes. Em alguns mega-agrupamentos, as reuniões passam a ser plenários", referiu, dando o exemplo do Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique, da DRE do Norte, quem tem um departamento constituído por cem docentes.
O estudo da FENPROF menciona ainda os despedimentos provocados pela constituição dos mega-agrupamentos, referindo vários exemplos.
De acordo com a FENPROF, no agrupamento de escolas de Castro Daire, da DRE do Centro, 54 postos de trabalho foram diretamente eliminados, no Belchior Viegas e Padre Martins Oliveira, ambos da DRE do Algarve, 45 e 33, respetivamente.
A apresentação do estudo da FENPROF "A realidade dos mega-agrupamentos constituídos em 2010" foi feita no âmbito de quatro "ações de denúncia e protesto" marcadas para a porta do Ministério da Educação, em Lisboa.
Os protestos, que o secretário-geral da FENPROF, Mário Nogueira, já apelidou de "manifestódromo", estão marcados para 29 e 31 de março, sempre entre as 11:00 e as 15:00

segunda-feira, 14 de março de 2011

"Escolíadas Glicínias Plaza 2011"


"ESCOLÍADAS - Associação Recreativo – Cultural", entre várias acções, produz desde 1990 este evento destinado a alunos e professores de escolas secundárias da região centro. A Sessão inaugural, dia 18 de Março, 23.00 horas, Quinta dos Três Pinheiro, Mealhada.

“Escolíadas Glicínias Plaza 2011” - o início de mais uma edição
A sessão inaugural da 22.ª edição das “Escolíadas” realizar-se-á na próxima sexta-feira, dia 18 de Março, às 23:00 horas, na Quinta dos Três Pinheiros. Para a estreia desta edição as primeiras escolas a pisarem o palco serão a Escola Secundária de Anadia o Colégio de Albergaria-a-Velha e a Escola Secundária da Mealhada. No total serão 10 noites de espectáculos apresentados por 2000 alunos e professores de 18 escolas secundárias.
Relembrando o projecto
A “ESCOLÍADAS - Associação Recreativo – Cultural” entre várias acções produz desde 1990 um evento designado de “Escolíadas”, destinado a alunos e professores de escolas secundárias da região centro. Cada escola apresenta provas de Teatro, Dança, Música, Pintura, Claques e Cultura Geral sendo avaliada por um júri, ligado às diversas áreas.
É um projecto que assenta, essencialmente, em dois vectores: cultural e social. Relativamente ao lado cultural, procura-se fomentar juntos das populações estudantis o gosto, o interesse e a procura pelas áreas da arte em geral, nomeadamente as englobadas pelo projecto Escolíadas. Deste modo, o evento visa incentivar ao “trabalho artístico”, cultural e criativo, enquanto objectivo de trabalho anual escolar.
Relativamente ao lado social, pretende-se promover a criação de laços de coesão e espírito corporativo, entre toda uma rede de estabelecimentos de ensino.
A edição de 2011 continua a ser apoiada pelo Instituto Português da Juventude (IPJ), Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), Direcção Regional da Cultura do Centro, Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC), Câmaras Municipais de Ílhavo, Mealhada, e Anadia, entre outros patrocínios.
“Escolíadas Glicínias Plaza 2011” o continuar de um grande crescimento
Como foi anunciado o ano anterior pela organização, o evento teve um forte crescimento nos últimos anos, razão pela qual foi estudada uma forma de o reinventar. Uma das soluções foi a sua descentralização física. Esta solução aponta para o reflexo mais evidente da vontade e, no fundo, necessidade de abertura do projecto Escolíadas a outros espaços, distritos, outras escolas. Um dos grandes objectivos do qual a “Escolíadas – Associação Recreativo-Cultural” se orgulha é a de contribuir para dinamizar a oferta cultural a novos públicos.
Assim, à semelhança da edição anterior, o evento foi dividido em dois pólos. As primeiras três sessões e a primeira final compõem o Pólo I – Quinta dos Três Pinheiros, na Mealhada (18 Março a 1Abril). O Pólo II – Centro Cultural de Ílhavo (6 de Maio a 20 de Maio) será o palco para mais três sessões, a segunda final e a Gala de Entrega de Prémios que será no dia 3 de Junho. Para cruzar estes dois pólos, existe à Finalíssima, que se realiza no Velódromo Nacional em Anadia no dia 27 de Maio.
Depois do êxito que se verificou na edição anterior pela transmissão online em directo, de todas as sessões a “boa nova” é que este ano a “ESCOLÍADAS – Associação Recreativo-Cultural” irá proporcionar, uma vez mais, essa ferramenta tecnológica. (www.escoliadas.com)

Perante o crescimento deste evento e a situação económica actual em que nos inserimos, à qual a “ESCOLÍADAS – Associação Recreativo-Cultural” não é imune, sentiu-se a necessidade de pela primeira vez se cobrar o acesso aos espectáculos por um valor simbólico de 2€ de bilhete. A expectativa é conseguir com esta receita chegar ao valor das verbas atribuídas às escolas que participam que será de 7600€.
É de salientar que durante as 22ª edições já realizadas as “Escolíadas” proporcionaram cerca de 200 noites de espectáculo, com a participação de mais de 30 mil alunos e professores, de mais de 30 escolas, de 18 concelhos - dos distritos de Aveiro, Castelo Branco, Coimbra e Viseu.
Para mais informações, é favor contactar Cláudio Pires (91 935 76 58), da “ESCOLÍADAS – Associação Recreativo-Cultural”, ou usar o seguinte e-mail: geral@escoliadas.com.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Professores e educadores do Agrupamento de Escolas de Penacova

Tomada de Posição

Os/as professores/as educadores/as do Agrupamento de Escolas de Penacova consideram que o Ministério da Educação deve suspender de imediato a aplicação do actual regime de avaliação do desempenho docente, estabelecido no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário e no Decreto Regulamentar N.º 2/2010, com a seguinte fundamentação:
  • O modelo de avaliação em vigor não tem carácter formativo, destinando-se essencialmente a garantir a progressão na carreira, o que no presente ano deixa de ter sentido por as progressões se encontrarem suspensas, nem promove a melhoria das práticas, não se traduzindo, pois, em qualquer mais-valia pessoal ou profissional;
  • Impondo quotas para as menções de Excelente e Muito Bom, este modelo desvirtua qualquer perspectiva de os docentes verem reconhecidos de forma justa os seus méritos e competências e o seu investimento na carreira;
  • A aplicação deste modelo de avaliação não se tem revelado exequível, constatando-se que nesta data ainda se desconhecem diversas normas que o regem, designadamente as vagas para progressão aos 5º e 7º escalões e a distribuição das quotas para as classificações ditas de mérito, bem como a resolução de diversas outras questões que se têm colocado aos serviços regionais e centrais do ME e que ainda não obtiveram respostas concretas;
  • O modelo não garante a imparcialidade pelo facto de avaliadores e avaliados serem concorrentes na mesma carreira profissional, nem promove a cooperação entre professores que concorrem às mesmas vagas, provocando assim uma conflitualidade acrescida e desnecessária entre docentes, e consequente degradação do clima de trabalho na comunidade escolar.
  • A avaliação objectiva, a realizar pelos avaliadores, do grau de consecução dos avaliados não se encontra garantida devido ao excesso de complexidade do modelo relativamente aos domínios e indicadores dos descritores para cada uma das dimensões e à ausência da formação adequada para os relatores, o que também retira legitimidade ao trabalho dos avaliadores;
  • Este modelo não é exequível também pelo trabalho exigido aos avaliadores que passa pela observação de aulas, apreciação dos relatórios de auto-avaIiação e respectivos anexos e evidências, preenchimento das fichas de avaliação global, entrevistas com os avaliados, reunião do júri de avaliação entre outras tarefas a desenvolver, cujo tempo de concretização excede largamente o respectivo horário de trabalho.
Tendo em consideração o que foi referido, propõe-se que o ME promova uma discussão séria e alargada sobre a avaliação do desempenho docente, com vista a encontrar um modelo consensual, não burocrático, justo, que seja possível aplicar sem causar prejuízos ao normal funcionamento das escolas, visando a promoção de uma escola pública de qualidade e a dignificação do trabalho docente.

Aprovada por unanimidade em Reunião Geral dos Docentes do Agrupamento de Escolas de Penacova a 17 de Fevereiro de 2011

originalmente publicado em "a educação do meu umbigo"

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Escola em Viagem, Dias em Cheio!!

As Pousadas de Juventude estão ao dispor para visitas de estudo, oferecendo alojamento com boa relação qualidade/preço, podendo também ser utilizadas por aqueles que já são menos jovens.


Mais informações:


documento em pdf Cartaz
documento em pdf Folheto

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Novo modelo é ainda um quebra-cabeças para as direcções que dirigem agrupamentos com o triplo da dimensão

Os agrupamentos que neste ano lectivo fundiram as escolas do pré-escolar ao secundário ganharam uma escala tão grande que, por vezes, se tornam ingovernáveis. As direcções ainda estão a aprender a lidar com a frustração dos professores que perderam autonomia e agora se sentem ignorados. Cinco meses depois de as comissões administrativas provisórias (CAP) assumirem a gestão deste novo modelo, há ainda carências de meios ou de docentes que se tornaram mais evidentes após a fusão. "A sobrecarga burocrática aumentou uma vez que as escolas estão distantes umas das outras. As rotinas de trabalho também são outras com implicações na qualidade dos serviços prestados, o que tem gerado um clima de escola agastado e desgastado", conta Ana Clara Almeida, que dirige o agrupamento de Penacova

sábado, 22 de janeiro de 2011

FUTURÁLIA - Salão de Oferta Educativa, Formação e Empregabilidade


A Futurália apresenta uma oferta vasta e diversificada, adequada às necessidades dos visitantes e enquadrada no contexto económico e nacional a comprovar isso é um crescimento de mais de 70% face a ultima edição. 
dos 14 aos 18 anos (do 9º ao 12º ano
 
Encontram uma oferta variada para acesso ao Ensino Superior no Sector Público e Privado  Nacional e Internacional,  Formação Profissional, Formação Complementar, Institutos de Línguas, Campos de Férias, Programas de Voluntariado,  Actividades de Tempos Livres.
 
Estudantes Universitários, Recém licenciados em busca de oportunidades de qualificação pós licenciatura e  Activos/Quadros à procura de formação especializada. 

Encontram uma oferta na Área da Formação Avançada, Study Abroad, Inserção na Vida Activa, Iniciativas de Auto-Emprego e Empreendedorismo.

Pais e Encarregados de Educação


Encontram uma oferta diversificada na área da Educação e Formação.
 
Professores e Profissionais de Educação/Formação, Directores e Gestores de Instituições de Ensino e FormaçãoInteresse na generalidade da feira, com relevância no sector Futurdidac que lhes permitirá contactar com uma oferta de  serviços, materiais didácticos e equipamentos.
Actividades paralelas
  • Seminários,Workshops, Palestras, e Debates
  • Iniciativas de Demonstração nos Stands, Concursos e Passatempos
  • Testemunhos e Experiências de Vida...
  • Actividades Lúdicas de Palco

sábado, 4 de dezembro de 2010

Escolas vão ter menos directores adjuntos

Não foram introduzidas alterações à proposta que o Ministério da Educação apresentou no mês passado e que mereceu o parecer desfavorável do Conselho das Escolas, um órgão consultivo do Ministério da Educação onde estão representados os directores das escolas.
Segundo o diploma agora publicado, que revoga os critérios em vigor desde o ano passado, os agrupamentos ou escolas até 900 alunos terão direito a um director-adjunto; os que oscilem entre 901 e 1800 estudantes ficarão com dois adjuntos e aqueles que ultrapassem este máximo serão atribuídos três. O despacho aprovado em 2009 fixava que a partir de 1201 alunos as escolas já podiam ter três directores-adjuntos.
Os novos agrupamentos que começaram a ser criados este Verão podem ter um máximo de três mil estudantes.
 

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

DREC chumba turmas já em funcionamento há mais de um mês

A DREC continua a “fazer das suas” e a complicar a vida ao Agrupamento de Escolas de Penacova.
Ora aprova turmas, ora desaprova, ora vem exigir que tenham um limite mínimo de alunos, ora exige limite máximo, ora obriga à fusão, enfim!... É para onde lhes dá!
Depois de reprovar a constituição das turmas dos 6º e 9º anos que a Direcção do Agrupamento tinha proposto, já com os respectivos horários e professores distribuídos, deixando com isso os professores “pendurados”;
Depois de ter obrigando à reorganização de tudo, que atrasou toda a preparação do arranque do ano escolar;
Depois de impor a fusão de algumas turmas já em actividade, nalgumas disciplinas, também já dotadas de professores, obrigando a “baralhar tudo e dar de novo”, dificultando novamente a distribuição de salas, horários, disciplinas e professores;
Depois de não ter posto qualquer entrave, no início do ano lectivo, ao arranque dos cursos CEF de Bombeiros e de Empregado Comercial, de tipologia 3, destinados a alunos que estão a concluir o 3º ciclo e que já vinham desde o 5º ano em turmas de percursos alternativos;
Depois de estas turmas terem já mais de um mês de aulas nas respectivas áreas, com a afectação de professores do Agrupamento que para isso estavam disponíveis;
Depois de só agora alertar para algumas irregularidades no CEF tipo 2, Electricista de Instalações e após autorização de funcionamento;
Depois de tudo isto e muito mais, …
Vem agora a DREC comunicar que essas irregularidades são da responsabilidade do Agrupamento e têm como consequência, a não homologação deste curso, após 1 mês e meio de aulas…
E, como se não bastasse,
Chumbar a turma de Bombeiro, cujos alunos estavam em vias de completar o 3º Ciclo nesta via, deixando mais uma vez os nossos jovens, os professores e a Escola “pendurados” numa decisão que ninguém consegue compreender.
Mas não é só:
Também a turma Profissional de Turismo Ambiental e Rural, com 26 alunos não passou na censura, desta vez por ter alunos a mais, “chutando” alguns alunos para outras vias – o que não chegou a acontecer, por insistência da CAP - quando para o 6º ano tinha sido exigido esse número como o mínimo! Vá-se lá saber porquê!

A Associação de Pais, indignada com esta atitude de prepotência e desorientação da DREC exige mais respeito pelos alunos e pelo trabalho de todos e que se mantenha a turma de Bombeiro – formação que considera da maior importância para este concelho e para os jovens nela envolvidos – tanto mais que, como sabemos:
·        Os Professores continuam a estar disponíveis na Escola e têm vindo a dar as aulas desde o início do ano lectivo, não acarretando acréscimo de despesa.  
·        A turma já só necessitava da validação para contratação, de técnicos especializados, cujo pagamento provinha do POPH, não significando mais despesa para o erário público;
·        O nosso concelho ser essencialmente florestal e atravessado por vias de comunicação de grande sinistralidade, que a todos nos afecta e preocupa, e que dão muito trabalho aos Bombeiros.

A Associação de Pais e Encarregados de Educação do
Agrupamento de Escolas de Penacova,
I
Para saber mais:
Pedro Viseu – Presidente da Direcção –  963746018
Eduardo Ferreira - Presidente da Assembleia-geral de Pais - 919631053

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

SeguraNet - Desafios 2010/2011


À semelhança do ano anterior, estão já a decorrer os Desafios, dirigidos aos alunos dos 2.º e 3.º Ciclos e Secundário. É necessário que as Escolas/Agrupamentos se registem no Portal SeguraNet, de acordo com o tutorial disponibilizado.
É imprescindível verificar o novo regulamento pois há alterações no sistema de pontuações, permitindo mais sucesso às escolas com menos alunos.
Relativamente ao 1.º Ciclo, assinalamos as alterações no tipo de actividades propostas, tendo havido uma maior adaptação dos Desafios a este nível de ensino. A inscrição deverá ser feita pelo professor que decide concorrer com a sua turma, de acordo com o regulamento e calendário. Está já disponível a explicitação do primeiro Desafio, a decorrer até 15 de Janeiro.
Todas as informações em www.seguranet.pt
I

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Dia da Biblioteca Escolar


O mês de Outubro é considerado pela International Association of School Librarianship (IASL) o mês internacional das BE. De acordo com os objectivos delineados pela IASL, a Rede de Bibliotecas Escolares resolveu declarar o dia 25 de Outubro como o Dia da Biblioteca Escolar, este ano dedicado ao tema:
"Diversidade, Desafio, Mudança, tudo isto na Biblioteca Escolar"Imbuídos neste espírito o nosso Agrupamento vai comemorar, na “nossa” escola, a Semana da Biblioteca Escolar (25 - 29 de Outubro). O objectivo desta semana é a valorização da Biblioteca Escolar e do seu papel na educação das crianças e dos jovens.
Sabendo que os estudantes que mais lêem desenvolvem melhor a literacia e obtêm geralmente melhores resultados escolares e partindo do princípio que lêem mais quando dispõem de um local confortável para ler, dispondo de uma boa colecção de livros articulada com os currículos, iremos dinamizar esta semana visitas guiadas à BE* (vide horário das visitas).
Lembramos que durante esta semana irão desenvolver-se três concursos, destinados a toda a comunidade educativa: Professores Alunos, Assistentes Operacionais, Pais e Encarregados de Educação. Assim deixamos como sugestão visitarem este espaço.
Concursos:
- Acróstico sobre a BE;
- A melhor frase sobre a BE;
- A melhor frase sobre o(s) Livro(s)
Os concorrentes deverão apresentar os seus trabalhos na BE.
I
através de: Penha Corvos

terça-feira, 26 de outubro de 2010

2.ª Edição do concurso “Conta-nos uma história!” – Podcast na Educação


O concurso “Conta-nos uma história!” – Podcast na Educação é uma iniciativa que consiste na concepção e desenvolvimento de recursos digitais áudio e vídeo que decorram da produção colaborativa ou do reconto de histórias já existentes (por exemplo, contos, fábulas, parábolas, mitos ou lendas). Pretende fomentar a dinamização de projectos desenvolvidos pelas escolas de Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico, incentivando a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital áudio e vídeo.
A candidatura é feita on-line, através do preenchimento de um formulário até ao dia 15 de Dezembro de 2010.
Regulamento e outras informações disponíveis no endereço http://www.erte.dgidc.min-edu.pt/index.php?section=341

domingo, 17 de outubro de 2010

Um novo ciclo

No passado dia 15, em Assembleia Geral, foram eleitos os novos corpos gerentes da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Penacova para o ano lectivo de 2010/2011.
O compromisso desde logo assumido pela nova Direcção foi para com os pais e os encarregados de educação dos alunos de todo o Agrupamento. É um desafio de todos e para todos, daí termos a consciência que não é suficiente sermos somente pais e encarregados de educação dos nossos filhos. Mais do que isso, sabemos que é necessário acompanhá-los activamente no seu percurso escolar, dando-lhes a garantia de que podem encontrar em nós os parceiros que os ajudem a ultrapassar as dificuldades com diariamente se debatem no seio da comunidade escolar.
Desse modo, e com a colaboração de todos, procuraremos estar mais aptos a dar respostas concretas às questões que, durante o ano lectivo, nos forem sendo apresentadas. Para isso apelo ao envolvimento de todos, seja directamente ou através dos diversos meios que todos temos ao nosso alcance. É importante sabermos o que mais preocupa os alunos, os pais e os encarregados de educação do nosso agrupamento, pois só assim temos a possibilidade de encaminhar essas preocupações para quem, com a nossa colaboração, tem a responsabilidade de as resolver.
Aos pais e encarregados de educação, quero deixar uma palavra de confiança, com a firme certeza que, em conjunto, conseguiremos dar aos nossos filhos e educandos, um ensino melhor e com mais qualidade, o mais afastado possível das ameaças que actualmente tanto nos preocupam e que, muitas das vezes, permanecem ao longo da vida, muito para além do ciclo escolar.

Pelo Presidente da Direcção

Pedro Viseu (tm 963746018)